Pode ser que nos encontremos de novo. Sem o mesmo brilho nos olhos, sem aquela vontade um do outro. Pode ser que nunca mais nos vejamos, mas ainda sim, exista pra sempre em nós dois a vontade de reviver nossa história. Pode ser que, aos poucos, a gente volte a se falar, se gostar, a sermos 'nós'. Pode ser 'muito, tanto, tudo'... que eu rezo, todos os dias, pra que não sejamos 'nada, nunca mais, e ponto final'. Como dizia aquela música que você cantarolava pra mim: seja como for, mas seja. Sejamos.
Karla Tabalipa

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