terça-feira, 6 de maio de 2014


Deixar que as coisas morram e abram espaço para o novo. Aceitar o intervalo da travessia, em que as coisas não têm mais a forma antiga nem ainda a forma nova. O tempo da crisálida: nem mais lagarta nem voo ainda. Respeitar a cadência natural das gestações.


Ana Jácomo

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