
Eu não me importo com o que você sente; você não se importa com o que eu sinto. Declaramos a morte de um para o outro, soterramos o amor com infinitas pás de mal-entendidos e mágoas. E assim vamos vivendo, fingindo que estamos vivos e felizes. O público aplaude nossa performance na vitrine que criamos para a nossa alegria... certamente somos ótimos atores; mas, para nós mesmos, o que somos?
Aíla Sampaio
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